terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A GENTE RI, NÃO É?

Estou contando a um colega sobre minha mania de imitar o jeito de falar dos outros. Primeiro foi o da minha professora de Sociologia Urbana, que era pernambucana, o que fez muitos acharem que eu era baiana. Depois veio o sotaque português, e esse não sei explicar de onde veio. Só sei que quando ia ver já estava puxando do bolso pra usar.

Daí conto: tinha entrada na Dits [loja que vende biquínis] e meio sem querer botei o meu melhor sotaque lusitano pra funcionar, pedindo pra olhar umas peças. E não é que colou? A menina do outro lado do balcão pensou mesmo que eu era de lá e não de cá. Ora, pois.

Acabo de dizer que fui confundida com uma portuguesa e outro colega entra na conversa:

- Melhor portuguesa que calabresa, né?

Eu não sei nem o que dizer e ele continua:

- Ou quatro queijos...

7 comentários:

Michele P. disse...

Ihhhhhh Alline... Então vou diminuir as visitas ao "Coisas e coisas"! rsrs Estou em processo de eliminação de peso e esse negócio de "calabresa, portuguesa e quatro queijos" não me soou bem... risos


Beijos

vida cotidiana disse...

Eu sou filha de português e meu marido também então não tem graça imitar, já que cresci ouvindo o sotaque. Mas meu marido adora imitar sotaque e o preferido dele é o argentino, ele faz tão bem que os vizinhos da casa de praia do meu pai, juram que ele é argentino, é um dom....bjs!!!

Eder Asa disse...

HAHAHA' Sei não... to preferindo calabresa mesmo...

Oh Aline (minha vez de contar história), conheço uma mulher, uma artista plástica telentosíssima... Ela começou a carreira fazendo reproduções de telas famosas, como método de aprendizagem, sabe? Ela reproduz Portinari que é uma beleza!
Pois bem, a mulher copiou tanta tela que desenvolveu uma doença psicológica lá, em que ela copia as pessoas, em tudo: jeito de falar, sotaque, de andar, escrever... É uma figura. Precisa ver o caderno de faculdade dela, cada disciplina uma letra totalmente diferente, com cada pessoa que ela conversa um tom e um tipo de voz HAHAHAA
Ela está se tratando, mas é a doença mais engraçada que já vi HAHAHA'

Beijo!

Eraldo Paulino disse...

Caraaaaaaaaaca

Eu acho que tenho esse dom mutante também. Outro dia, eu imitei tão bem o sotaque baiano que a baiana que eu imitava me perguntou se eu era baiano... pensa num rapaz bobo que eu fiquei rs

Bjs, linda!

Alline disse...

Michele:
Falando nisso até eu fiquei com fome... e o estômago ronca aqui deste lado... rsrs

Mas não pense nisso, vai...
Talvez nos fins de semana, quando a gente libera geral. ;)

Beeeeeeeeijo!

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Ana:
O sotaque dos hermanos é uma delícia de imitar, mas não sei se faço bem. Fica um portunhol bem safado... Sim, é dom. E certa vontade de fazer graça também. rsrs

Beijoss

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Eder:
Nossa, deve ser legal conviver com ela - você nunca vai se cansar da pessoa, porque a cada encontro ela irá mostrar uma faceta dierente! =D

Beijo!

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Eraldo:
É coisa de ouvido, né?
Mas você teve sorte. Eu, quando fui imitar uma portuguesa amiga da minha mãe (não resisto), recebi um olhar tão estranho de volta que parei. Mas foi difícil controlar a vontade, sabe? É quase irresistível. rsrsrs

Beijobeijo!

Dai disse...

Eu imito mas só quando estou falando com a pessoa, e isso me irrita um tico porque é uma coisa gradativa então parece que eu estou fazendo graça com a cara da pessoa.

=/

O comentário do seu amigo ficou no ar, hein? rs

beijo!

Alline disse...

Dai, mais no ar impossível. rsrs

Eu tenho essa impressão também, sabe? É como se eu estivesse tirando sarro da cara da pessoa, mas não é. É uma mania esquisita. E bota esquisita nisso.

Beeeeijo!