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domingo, 22 de maio de 2011

INFAME, MAS FUNCIONA

Eu e colega estávamos indo até a farmácia depois do almoço. Ela queria comprar aquele remedinho pra tireóide e não se lembrava do nome do dito cujo. Tentei:

- Puran? Synthroid?

Ela disse que não era nenhum dos dois e confessou que passava vergonha na hora de comprar, pois não conseguia acertar o nome.

Chutei o último, já que eu também uso (sou uma sem-tireóide):

- Não é o Eutirox?

Ela ficou feliz - era este! Ao mesmo tempo mostrou preocupação. Como manter o nome na ponta da língua? Dei a receita:

- Canta "Eutirox o pau no gato-tô-tô, mas o gato-tô-tô...".

Rimos as duas. Foi infame, não nego, mas até hoje ela diz que não erra mais. Rá!

terça-feira, 3 de maio de 2011

COMPRE  UMA  TEVÊ  E  LEVE...

Se você enfrentasse uma fila de quilômetros para comprar mercadorias apreendidas pela Receita Federal numa feira, levaria para casa uma TV bunduda e rejeitada, daquelas de tubo e imagem mais ou menos? Um moço com duzentos reais no bolso teve peito pra isso, mas infelizmente quando chegou em casa e ligou o aparelho na tomada ele não funcionou. Ô dó! Sin perder la esperanza - jamás - ele chamou um conhecido que entendia de eletrônica. O mistério foi desvendado assim que abriram a TV: em vez de fios e componentes, havia quatro (eu disse QUATRO) notebooks como recheio do trambolho. Comprar uma peça de museu que ninguém mais quer nunca valeu tanto a pena.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A VOZ DA EXPERIÊNCIA


Contrariando os apelos da esposa, o homem entra na fila da Big Tower. O que é uma torre de 100 metros de queda livre para um cabra de 54 anos  com coração forte? Ele senta ao lado da gurizada e espera o equipamento levar todo o mundo para o alto - e avante!
Lá em cima, o rapazote ao lado, que deve ter uns 15, 16 anos, choraminga:


- Moço, eu quero descer!

O homem não se desespera, contemplando feliz o horizonte:


- Calma que já vai descer, meu filho.


Gritaria geral.  Em poucos segundos todos estão  sãos e salvos no chão. 

Não é que o homem sabia das coisas?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

NOME AOS BOIS

Você conhece Reginaldo e também conhece Rosana. Um dia Reginaldo confidencia a você que não suporta apelidos. Minutos depois Rosana aparece e o chama usando justamente um bendito apelido. Você:

a) conta a história a Rosana na frente de Reginaldo e acaba com o drama de uma vez.
b) dá uma indireta para Rosana entender que Reginaldo não topa apelidos.
c) espera o tempo passar e tenta convencer Reginaldo de que isso é uma bobagem.
d) cai na risada pela situação e deixa Rosana sem saber o que pensar.
e) não faz nada - eles que são adultos que se entendam.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA

Uma conhecida estava em Jurerê Internacional dividindo sem problemas o espaço na areia com turistas e locais. Quando o sol começava a murchar, ela percebeu uma família de turistas levantando o acampamento e deixando para trás os restos de um dia de férias na praia - latinhas, saquinhos vazios, guardanapos, etc. A moça não conseguiu ficar alheia. Correu atrás daquele que parecia ser o chefe do bando e avisou cheia de dedos:
- Vocês esqueceram de recolher o lixo...
O homem não pensou duas vezes:
- Lá na minha cidade nós temos os garis pra fazer isso.
Aí ela perdeu de vez a pose:
- Aqui nós temos educação.


Se o homem voltou para juntar a sujeira eu não sei, mas sei que não teria custado nada levar uma sacola e depois do momento piquenique à beira da praia juntar tudo e levar embora.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A PEIDONA MASCARADA


Estou saindo para trabalhar, atrasada por inteiro. E lá vem o elevador. Salve! Abro a porta e dou de cara com uma mulher cabisbaixa, usando óculos escuros enormes. Ué, mas tá chovendo! Estranho mas entro, e na primeira respirada quase caio dura. Pelas barbas do Gandalf! Alguém peidou aqui e não fui eu!!! Ah, minha filha, agora não adianta tapar a cara e disfarçar, não. Eu não sei o que você fez no verão passado, mas sei que foi você que peidou e está escondendo a cara atrás desses óculos de abelhão.

Tá, tá, vou tentar manter a calma. São cinco andares e só. Tapo uma narina, deixo de respirar o quanto posso. Não dá pra fazer mais nada. O que será que essa infeliz comeu pra estar desse jeito? Deve ter sido um café da manhã atômico no capricho, com ovo e chucrute e direito a segundo round.

Quando penso que não vou aguentar mais, o elevador para e a peidona mascarada praticamente sai correndo, me deixando para trás com
seu mau cheiro.

Vou embora, vou pra rua. Quero ar!!!


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

FICA COM A RAZÃO QUE EU FICO COM O PAPEL


Você diz:
- Fulano, cadê aquele papel que você ia me passar?
Fulano responde:
- Botei aí.

Você procura, revira a mesa e não acha. Você retruca:
- Acho que você não colocou, não.
Fulano insiste:
- Coloquei, sim.

Ele vem, olha os papéis na mesa e não acha aquele que deveria estar.
Você faz o mesmo, para mostrar que de fato o tal papel não foi parar ali.

Fulano tem uma ideia:
- Então alguém tirou, porque eu sei que eu coloquei aí.

Você tem outra ideia - levanta, sai da sala e vai até a impressora. Tcharan! Não é que papel estava ali o tempo todo?

Você mostra ao Fulano:
- Olha aqui.
Mas Fulano não se dobra:
- Alguém tirou da mesa e botou aí, e não fui eu.

O que você vai fazer? Discutir? Teimar? Não, é muita perda de tempo a essas alturas do campeonato. Você pega o papel e vai trabalhar. Deixa que Fulano diga, que pense, que fale. Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que que tem?


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A GENTE RI, NÃO É?

Estou contando a um colega sobre minha mania de imitar o jeito de falar dos outros. Primeiro foi o da minha professora de Sociologia Urbana, que era pernambucana, o que fez muitos acharem que eu era baiana. Depois veio o sotaque português, e esse não sei explicar de onde veio. Só sei que quando ia ver já estava puxando do bolso pra usar.

Daí conto: tinha entrada na Dits [loja que vende biquínis] e meio sem querer botei o meu melhor sotaque lusitano pra funcionar, pedindo pra olhar umas peças. E não é que colou? A menina do outro lado do balcão pensou mesmo que eu era de lá e não de cá. Ora, pois.

Acabo de dizer que fui confundida com uma portuguesa e outro colega entra na conversa:

- Melhor portuguesa que calabresa, né?

Eu não sei nem o que dizer e ele continua:

- Ou quatro queijos...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

FORA DA ZONA DE CONFORTO

Acordada pelo despertador às seis e meia da madrugada, com todos os horários mudados, trabalhando oito horas por dia, a mesa lotada de jobs, o quase título de redatora substituta-mor, empanada com pão de queijo no almoço, correria, sono, café, ansiedade, academia lotada à noite. Será que eu tô sonhando? Não, é vida real mesmo. Vou sobreviver sem sangue, com suor e talvez lágrimas. Arre, e ainda na TPM, no dia oficial de volta ao trabalho. Mas ainda sorrindo, tá? Só de levinho, vai... rsrs

sábado, 18 de dezembro de 2010

SE BEBER, NÃO PEÇA CACHORRO-QUENTE

É o seguinte, explico: eu ganhei uma bendita garrafa de espumante na última sexta-feira. Muito bem-vinda, não vou reclamar. Quem sou eu pra reclamar de um brinde tão delicinha? Então... Hoje namorado estava aqui e resolvemos comer cachorro-quente, nem sei por quê. E eu quis porque quis abrir o espumante primeiro. Namorado fez as honras da casa, e bebi dois ou três goles. Pra quê? Já fiquei outra. Eu? Sim. É que não bebo com frequência, e quando bebo fico alegre, sorridente e muito mais. E foi desse jeito que namorado pediu pra eu ligar pro disque-cachorro. Ai, eu? Lá fui. Pedi o meu sem palha, sem queijo ralado, sem vinagrete, sem maionese, mostarda e ketchup. Pedi praticamente um cachorro magro, né? O do namorado só sem os últimos quatro ingredientes. Tá, mas o moço do outro lado da linha ficou confuso com tantas exceções num mesmo lanche e me pediu pra repetir. Vixe, deu um branco total radiante. Fiquei muda, assim... E comecei a rir sem motivo, namorado riu tanto que saiu da sala. Eu ri mais, com vergonha de rir, mas sem conseguir parar. Se fosse eu a atendente tinha desligado na cara da descarada que ria. Me controlei a tempo para fornecer o endereço correto. Jesus, Maria, José, que esforço pra não rir! O cara pediu por último meu nome, ele também riu! Ainda bem. E falou que não ia esquecer meu nome. Isso é bom ou é ruim? O resultado é que meu cachorro veio com palha. Não foi bem assim que pedi, mas como ia abrir a boca pra dizer alguma coisa? Tudo bem, fica como está. E o jantar foi digno, com espumante voltando pra ficar à mesa, acompanhado do esperado cachorrão. Não é a combinação mais bizarra e maravilhosa de fim de ano?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

DEVAGAR SE VAI

Certa pessoa exagerou na dose diária de transport e levou "inteiramente de grátis" uma dorzinha chata na coluna. A pessoa não deu bola pra dor, mesmo sabendo que já tem um desgaste aqui, outro ali. Não, ela não para quieta. Quer ser desafiada, ir ao limite, e fazer mais e mais. E isso só podia resultar em mais dor pra ela. Pra mim, né? De tanto insistir tive o castigo merecido.

Hoje estava no shopping experimentando sapatilhas e de repente senti uma fisgada fenomenal na lombar. Ops! Saí da loja com passinhos de gueixa, meio curvada pra frente e torcendo pra achar um táxi no ponto. Não tinha! A vinte minutos de casa, ou eu ia ou sentava num banco pra esperar até sei lá quando. Mas passava das duas, eu tinha saído do trabalho e faria qualquer sacrifício por um prato de comida. Sabe o quê? Eu fui. Ferrada de dor, mas fui. Para um pouquinho, descansa um pouquinho, fingindo não ter pressa, sonhando com um Dorflex e uma cama. E aquele prato de comida antes, lógico. Os vinte minutos viraram trinta, e mais de uma vez disfarcei que olhava a hora enquanto tentava endireitar a postura e seguir. Em vão. A dor não saiu de mim, me seguiu até em casa. Até eu sentar. Até tomar o relaxante muscular e aprender a lição. Uma próxima não vai ter, não.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Não liga, não

As duas estão se arrumando para uma festinha na frente do espelho. São irmãs, a mais velha tem 7 anos e a mais nova, 5. A mais velha não se conforma por ter o nariz maior que o da caçula.
- Eu queria saber por que só o meu nariz é assim, tão grandão.
A pequena tenta ajudar:
- Quando Deus fez as pessoas, deu um balaio pra cada anjo colocar as partes nelas. Aí o anjo do nariz tropeçou e caiu em cima do balaio e amassou o seu nariz. Por isso é que ele é desse jeito. Não liga, não.

E não é? Para tudo há uma explicação, seja ela muito ou pouco razoável.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O Jardineiro (In)Fiel

E tem também a história do casal que contrata um jardineiro para ajudar a melhorar o aspecto do jardim da casa. Logo no primeiro dia, o homem repara que o rapaz vai ter um trabalho árduo pela frente e pede à mulher que faça uma comida caprichada. Ela não gosta nem um pouco das artes culinárias, mas se esforça, e ao meio-dia em ponto entrega ao rapaz um prato muito bem abastecido com feijão, arroz, dois ovos fritos, carne e macarrão, e mais um extra com salada. O rapaz, sentado numa das cadeiras da piscina, começa a comer sem nada dizer. A mulher o desafia a comentar sobre a comida:
- Tá bom?
Ao que ele responde, com alguma indiferença:
- Ahhh... normal.



Ahhh se fosse comigo...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

CHISTE MATERNO

Mãe entra no quarto e solta esta:
- Alline, acabei de ver um comercial na TV do absorvente Naturella. Naturella deixa a sua pomba mais tranquila.

Eu incrédula:
- Ah, é! Tá brincando. Isso passou no comercial?

Ela rindo:
- Não, não.

E eu ri também, claro.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

inconfessável

(ou nem tanto)

A Michele do Devaneios trouxe a ideia, colocou-a no meu colo e cá estou. Nham... algo sobre mim? Acho que fiz há algum tempo, mas isso se perdeu entre os posts, tantos.

Vamos lá?

1. Quando tinha 10 anos queria ser chacrete e também arqueóloga. Hã?! rsrs

2. Já vi um OVNI ou um genérico. Pode acreditar.

3. Nunca tive uma Barbie. Eu brincava de Susie e... Falcon. Delicinha!

4. Geralmente quando vou comer não misturo as coisas no prato, como uma de cada vez.

5. Ainda fico tensa com filmes de terror - aqueles bem feitos, tá?

6. Saio até sem dinheiro no bolso, mas não ando sem perfume/relógio/anel/brinco. Se estiver sem, fica a sensação de estar pelada.

7. A paciência não é meu dom. Nunca foi, talvez um dia ainda seja. Fica a esperança.

8. Moro no litoral e há uns sete anos não vou à praia. Sinto até falta de olhar o mar, não de entrar nele.

9. Não sei dirigir nem quero aprender, acho que seria daquelas bem estressadinhas, que buzina e xinga... que horror! A pé eu também chego. =P

10. Se me vir de óculos, saiba que não foi por vontade. Depois que me disseram que eu ficava com cara de professora - e eu não queria ter cara de professora - passei a não gostar de usá-los.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

adocica, meu amor, anda logo e adocica

A TPM me azeda, me deixa com vontade de brigar, eu fico mais séria, bicuda, intolerante, além de sentir certas partes do corpo - peito, bunda e quadril - ficarem ligeiramente mais salientes, uma tragédia anunciada todo mês. Namorado, que não é bobo e entende esse meu estado deprimente (ainda bem que não permanente), criou uma forma infalível de me desarmar. É só eu inventar de rosnar por motivo bobo que ele diz: Adocica, meu amor, adocica...

Assim como é que eu vou segurar a cara feia?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

liberdade, ainda que tardia

Tente cancelar seu Itaucard pelo telefone - que não é 0800 - pra ver. Vão prometer a você atendimento em até quinze minutos. Oh... apenas quinze? Que maravilha, muito obrigada, fico muito feliz por toda essa consideração com o cliente. E não é só. Nesse pequeno intervalo de tempo você será brindado com um trecho de música instrumental feita com a guitarra mais estridente e desafinada do mundo, para que você não se sinta só.

Não, muito obrigada, não vou cair nessa tentativa tosca de me fazer perder a paciência e desistir. Perdi a paciência, sim, depois dos quinze sentada no sofá com o telefone pendurado no pescoço, mas liguei para o SAC, um 0800! Emanuele me atendeu por alguns minutos e a ligação caiu. Ou ela desligou sem querer na minha cara? Liguei de novo e então Gisele deu o ar de sua graça nordestina. Fui meio grossa e ela segurou a barra. Penei, me irritei, mas consegui cancelar o cartão sem muito guéri-guéri. E não há Luciano Huck que me faça voltar.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

tinha tudo pra ser um bom banho

Um dia de calor, o primeiro dia de calor depois de muitos dias de bate-queixo. Pois esse dia deixou como lembrança aquele suorzinho que pede um banho assim que se coloca os pés dentro de casa. Ai, eu fui, sabe? Totalmente seduzida pela ideia do corpo cheiroso. E pensei que seria bom adiantar a depilação joelho abaixo, pois amanhã é dia de academia. Fiz assim: abri a torneira, comecei a me ensaboar toda feliz, mais e mais. Lava aqui, lava ali, tal, tal, como todo mundo faz, ou deveria fazer. Só aí me preparei pro ritual raspa-pelos e peguei o aparelho. E dobrei a perna direita, apoiando-a na parede. Perna um, digo, perna direita OK. Vamos trocar, por favor. Troquei. Mas, com piso tão ensaboado, como poderia eu me equilibrar? Oooops! E lá foi Alline ao chão, de lado. Que bonito, hein? Não satisfeita com o tombaço inicial, ao tentar erguer meu corpo cansado de guerra escorreguei e fui de novo patinar no box, dessa vez de joelho. Ferrou!!! Quis rir, mas chorei. Gemi, mas levantei. Minha mãe veio na porta perguntar se estava tudo bem, deve ter ouvido os sons da sala, com meus irmãos. Eu disse que sim - de que adiantava reclamar? A depilação ficou meio torta, e o banho terminou com joelho e quadril direito roxos e doloridos. E eu posso comigo?

Assim sendo, de agora em diante nada mais de malabarismos na hora da depilação, OK? E prometo comprar um tapete de borracha. E joelheira... e quem sabe um capacete...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

upgrade?

Se o papel higiênico da empresa em que você trabalha passou de arranha-bunda para folha dupla, é sinal de que:

a) uma boa alma lembrou que até nessas horas o colaborador da empresa necessita de um mínimo de conforto.
b) as coisas estão evoluindo e você pode esperar um décimo quarto salário no fim do ano.
c) a pessoa responsável pela compra se enganou e mês que vem volta tudo ao que era antes.
d) alguém está querendo te sacanear. É uma pegadinha! Onde está a câmera?
e) n.d.a.

domingo, 1 de agosto de 2010

provincianismo no último grau

O cabeleireiro que está cortando meus cabelos sugere à recepcionista que arrisque um chanel curto como o da linda atriz/modelo/cantora com cara de francesa da novela da 8 que começa pontualmente às 9. A moçoila torce o nariz atrás do balcão e joga esta:

- Ai, eu só vou cortar assim quando tiver cinquenta anos.


E eu pensei, mas não falei:
E você não precisa cortar o cabelo pra ficar com cara de velha. Aos vinte e poucos já está a própria.

Ué, quer dizer que mulher jovem tem que ter cabelo comprido e as mais velhas são obrigadas a tosar? Ai, que falta de criatividade, de liberdade e de tudo que é bom.


a vida segue, flui, e eu vou com ela

Só dei aquela aparadinha básica. Resultado: mezzo Rihanna, mezzo Justin Bieber.
hehehe