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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Memórias de uma marciana - Volume 1!
nas melhores discotecas


Se eu fosse falar de tudo... mas não falo, me calo, deixo o silêncio tingir meu céu estrelado, as luas que eu vivi, o vinho que não bebi, tim-tim! Quero dançar, assanhar a mente com aquelas ideias, caminhar a rua, ser nua de alma, oferecer minha palma, minha calma? Amar? Não pode, nao dá, não quer. Ahhhhhh. Outro dia. Fica fria. Tenho o "não" na mão, me queima. O silêncio teima, o balão esvazia. As canetinhas coloridas vão desenhar palavras até secar. Eu sei ou não sei? Eu olho e não vejo. Onde tá? Sumiu o beijo. Levou corpo junto, deixou a lágrima. Pinga gota, enche a poça com os olhos da moça. Vai, anda, para com isso, bota o laço de fita e o vestido de chita. Vai ser feliz que o ano já começou!!!



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

aqui
transpiro
pensamento

e
quando no mundo
me atiro 
extrapolo
o corpo 
na dança
do desconhecido 
onde calo
me instalo
pra sentir 
transbordar
em mim
a vida

sábado, 13 de março de 2010

Surreal - não é bombom, é sonho, que não é de padaria

Estou subindo a Felipe Schmidt e um urso polar estilo cartoon me aguarda na esquina. Ele me segue e tenta me morder a bunda. Ai, não! Saio correndo, passo por um grupo de crianças e ele não se distrai com elas, continua a me perseguir. Quando acho que não vou dar conta de correr mais, entro numa loja e me escondo atrás do balcão. Ofegante. O urso que não é bobo entra também e se transforma num homem. Ele olha pra mim, eu olho pra ele. Será que vai conseguir morder minha bunda finalmente?

Nunca fiquei sabendo, porque acordei. Se alguém sabe como faço para voltar a ter esse sonho e assistir ao final da história, fique à vontade para me contar.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

INTERPRETE

No alto do edifício, ela sente o chão ondular e se quebrar sob seus pés, sente-se insegura. Seu irmão está próximo.

[corte]

Os dois resolvem viajar com a mãe. Estão todos no carro vermelho rumo ao Uruguai.

[corte]

Já no hotel, que mais parece o prédio de uma faculdade antiga, a recepcionista erra seu nome. Ela diz que vai conhecer o cemitério e sai.

[corte]

Anda pela rua vazia até chegar ao portão da frente. Entra sem medo. De novo o lugar mais parece uma escola, tem paredes claras, imensas. Ela logo quer sair, mas o lugar já fechou. Ela corre para o portão dos fundos e ganha as ruas. A rua é longa, infinita.

Ela acorda. Eu sonhei.