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quarta-feira, 16 de junho de 2010

xô, olho gordo!

Sabe aquela pessoa que está sempre de olho em você, rondando, fala macio, aparece no dia seguinte com algo muito parecido ou igual ao que você usou no dia anterior e ainda imita seu comportamento? Socorro, me dá um galhinho de arruda pra colocar atrás da orelha, porque tem dois olhos do tipo obeso tentando me urubuzar.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

DE OLHOS BEM ABERTOS

Há algum tempo ouvi umas conversas sobre supermercados, lojas, etc. que colocam um preço na prateleira e registram outro quando você passa no caixa. Safadeza da grossa, não? Comigo aconteceu na farmácia aqui na frente do prédio onde trabalho. O total da compra foi de 78 reais (líquido para lentes + antibiótico genérico + condicionador). Não cismei com o valor alto porque remédio costuma ser caro, só que quando fui olhar a nota fiscal, uns vinte minutos depois, percebi que haviam me cobrado a mais pelo líquido para lentes. Isso não vai ficar assim! Corri de volta. Uma das atendentes veio com um papo besta de que nem sempre estorno de cartão de crédito dá certo e blablablá. Vai ver que ela queria que eu deixasse por isso mesmo e morressse com o prejuízo. Tadinha dela. A outra moça, que na verdade foi quem me atendeu, pediu mil e uma desculpas e disse que tinha se confundido, porque o preço era do ano passado e eles não haviam conseguido remarcar ainda e... OK,OK, já entendi. A chateação foi tanta que até desisti do tal líquido. E à noite, em casa, fui ver que a moça tinha mentido de fato, pois o preço que ela afirmou ser do ano passado estava no folheto de promoções, com validade até 31/1/2010! É... muito cuidado na hora de pagar, você aí do outro lado. Pagar a conta que lhe cabe é uma coisa. Pagar o pato pelo descuido dos outros é bem diferente e nada agradável pro seu bolso.

terça-feira, 23 de junho de 2009

dar beijo com a boca dos outros

Fui comprar um creme para minha mãe na farmácia perto do trabalho e depois de pagar a atendente perguntou se eu queria dar 10 centavos do troco para a empresa doar a um hospital da cidade. Com a sinceridade que me é peculiar - graças a Deus -, respondi que não e reprimi qualquer justificativa. Pra quê? A moça deve ter pensado que sou pior que a madrasta da Branca de Neve, mas não liguei. Ora, se quiser e puder, eu mesma faço a doação. E, se eles, os donos, quiserem, têm todas as condições de tirar uma parte do lucro e ajudar hospitais e entidades sem contar com as moedinhas dos clientes. Vou esperar para ver.