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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

soluções não muito espertas para mais um dia gelado

O cúmulo do ridículo fui eu hoje. E tava frio, e que frio, frio, friooo! Desses que gelam os pés, as mãos, a alma, e todo o resto, inclusive o cérebro. E minhas estimadas blusinhas que fazem papel de segunda pele todas pra lavar. Hum, se eu pudesse pegar umazinha de volta... eca, não seja porquinha! Se não tem jeito, mexa-se pra fazer melhor!

Eu tentei.

Peguei uma meia-calça fio 40 e comecei a operação: recortei, no meio das pernas, um círculo pra passar a cabeça. Oba, parece que vai dar! Faceirinha da silva, fui vestindo e... não, como meus dedos vão entrar? Mais tesoura, mais tesoura. E cortei os pés, pra passar as mãos. Será que dá pra entender? Não sei, mas sei que fiz.

Tudo pronto, fui vesti minha criação desesperada de frio. A cabeça foi, serviu no braço, só que... só que não tapou nem o umbigo, ficou curta...

Joguei de lado. Ah, sim, vai pro lixo. De que me serve uma meia-calça esburacada desse jeito? Jeito mesmo foi colocar uma blusa de verdade por baixo das camadas extras de roupa. Venha, frio, que eu não te temo mais!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Olha a gafe aí, gente!

Vou ajudar uma moça cega a entrar no ônibus. Falo muito perto do ouvido dela, e num tom mais alto que o normal (GAFE 1).

Lembrar sempre: a pessoa é desprovida de visão, não de audição.

Depois agarro-a pelo braço com firmeza, para conduzi-la à entrada do coletivo (GAFE 2).

Lembrar sempre: o deficiente visual é capaz de seguir sozinho, só é necessário que tenha a indicação clara. E ele pode preferir segurar o braço de quem o guia e não ter o seu próprio braço agarrado e erguido.

Essas informações preciosas eu ouvi de Geraldo Magela em algum programa de TV, mas só me lembrei delas quando a moça já estava entrando no ônibus. Fica pra próxima.